No artigo anterior citei o Calligaris. Abaixo, deixo o link para o texto que me baseei para escrever o artigo. Deixo o link também na sessão Indico, logo ao lado. Atenção... Nos links laterais coloquei o Mateus Caliari, que é um amigo poeta, mas não é quem citei. Citei o texto que leva o título "Você quer mesmo ser feliz?" com este nome na barra lateral. Não deixe de visitar ambos.
http://www.verdestrigos.org/sitenovo/site/cronica_ver.asp?id=1172
E, cumprindo a promessa da palhinha do livro que estou escrevendo, posto-a abaixo.
"
Vamos à história. Acordei embasbacado com o tanto de coisas felizes que nos rodeiam. O que importa é ser feliz. Vai, lute por ele... a felicidade é o que importa. Você deve fazer suas escolhas conforme o que é melhor para você. Amo muito tudo isso. Tudo de bom. Se você está feliz, eu também estou. Sorte de hoje: você terá paz e harmonia na sua vida amorosa. É. Esta última frase é do Orkut.
Resolvi que é por esta tal felicidade que vou começar. E talvez este livro seja sobre felicidade. Estranho? Eu sei que o primeiro capítulo não se parece com a felicidade, mas a idéia é esta. Quero escrever sobre felicidade supondo um mundo precisamente oposto ao nosso. Quero escrever sobre felicidade imaginando um mundo em que só se fale de tristeza, se venda tristeza e se compre tristeza. Imagine um mundo em que cada vez que você ouvir felicidade eles dizem tristeza. Cada vez que ler em outdoors sinta-se bem, leia sinta-se mal. Toda vez que encontrar amo, leia odeio. Sempre que pensar legal, pense chato em seu lugar. Mas não só isto. Neste mesmo mundo, sempre que pensar tristeza troque por desgraçadamente triste. Ódio troque por o mais profundo e miserável desejo de que tudo explodisse em suas próprias mãos. Imagino o quão difícil vai ser criar um mundo assim em que ainda existam seres vivos. Em que as bombas nucleares e de hidrogênio não sejam jogadas ao mesmo tempo em lados opostos do mundo para vê-lo rachar. Não faço idéia se seria melhor jogar em lados opostos, mas que seria divertido compartilhar a desgraça com mais gente, neste mundo, seria. Divertido não, horrível! Mas como disse antes, vou escrever a mentira para ver o que de verdade existe nela.
"
Nenhum comentário:
Postar um comentário