Obviamente, o primeiro Escrito. Aquele em que a gente se apresenta. A primeira impressão é a que fica?
Não sei. Mas aceitei a dica de um amigo que mandou por iogurte: "Cara, faz um blog". E aproveitei que tenho uma amiga e ídolo que coloca várias coisas legais no blog dela para ser o que impulsionaria a criação do meu próprio blog.
Minha idéia? Não sei ao certo. Quero escrever sobre coisas que me façam ou fizeram pensar. Ainda não tenho certeza se ele sobreviverá.
Ah! O título... também é emprestado. Esse mesmo amigo que disse que eu deveria fazer um blog... pois é. A gente vive repetindo essa frase, que o Freud explica, mas não resolve. Porque acreditamos que Freud é muito bom, mas tem uma observação importante a se fazer: quanto mais se lê mais se percebe que ele pode explicar psicanaliticamente o porquê, por exemplo, de o melancólico ser desta ou daquela maneira, de os chistes funcionarem por esta ou aquela razão e mais um monte de coisas que ele escreveu em mais de vinte volumes, mas isto nunca resolve a melancolia ou cria a piada. Assim, ele explica, mas quem tem que se virar é sempre o sujeito.
Mas isto não esclarece nada. Por que este título? Nem adiantaria explicar... não iria resolver.
A arte de deixar o que não importa passar.
Foi assim. Resolvi começar.
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